Pular para o conteúdo
TeraBoard
Abrindo o projeto
01Início02Produtos03TeraSensor04TeraSmart05Equipe06Área do Investidor →WhatsApp
← Voltar aos projetos

TeraHecta

Monitoramento de solo por hectare.

Para lavoura em área extensa — o caso projetado é o café. A unidade do sistema é o hectare: uma área de 100 × 100 m com uma estação de transmissão autônoma e seis sensores enterrados a 30 cm. É esse bloco que se repete.

1 hectare · 100 × 100 m 1 estação por área 6 sensores a 30 cm

Material confidencial · reprodução proibida Esta página integra a Área do Investidor. O TeraHecta está em desenvolvimento e é apresentado em caráter confidencial, para avaliação pessoal e intransferível de quem recebeu a senha. É proibida a reprodução, cópia, captura de tela, gravação ou divulgação, total ou parcial, sem autorização escrita da TeraBoard. O conteúdo é protegido pela Lei nº 9.610/1998, e o uso não autorizado sujeita o responsável às sanções civis e criminais previstas em lei.

Projeto em desenvolvimento

Onde o projeto
está hoje.

Leitura do soloValidada em menor escala — é a base pronta do projeto
Fase 1Desenhada e pronta para começar — ainda não executada
Fases 2 e 3Destravam depois da Fase 1

A configuração de campo — estação por área, transmissão até a Caixa Principal e mapeamento das zonas pelo relevo — está desenhada. Nenhuma das três fases foi executada.

O problema

Um hectare não
tem um solo só.

A chuva não fica onde cai: ela desce. O alto seca depressa, o sopé recebe tudo o que desce, e no ponto mais baixo a água empoça. Cada dobra do terreno reage do seu jeito.

O mesmo hectare, no mesmo dia

Zona alta
24%

Umidade caída

A água desceu e não voltou. A lavoura entra em estresse ali, e o aviso chega ao celular apontando qual parte da área é.

Zona baixa
Encharcada

Água parada e sal

Recebe o que veio de cima e não drena. Junto com a água desce o sal da encosta, que fica parado no ponto mais baixo.

Dois problemas opostos, no mesmo hectare. Sem sensor, as duas partes receberiam o mesmo tratamento — mais água nas duas, ou menos nas duas. É esse cenário que o sistema foi desenhado para resolver.

O sistema não diz que o hectare está seco. Diz qual parte dele está — e a correção vai só naquela zona.

A maquete · interativa

O projeto inteiro,
em 3D.

O que abre abaixo é uma maquete — um gêmeo digital que demonstra como o sistema funciona. Os valores que aparecem na tela são simulados para explicar o conceito, e não a leitura de uma lavoura em operação; a tecnologia de medição por trás deles é que já está validada em menor escala.

As quatro áreas da cena estão ali para ilustrar a modularidade — o sistema serve para uma área ou para várias, e uma mesma Caixa Principal recebe mais de uma estação. O painel dentro da cena anuncia 4 hectares · 4 estações · 24 sensores: é um arranjo de demonstração, não tamanho mínimo, máximo nem obrigatório.

Na cena os sensores aparecem marcados na superfície, para poderem ser vistos. No campo eles ficam enterrados a 30 cm — a profundidade em que a raiz do café trabalha.

arraste para girar · scroll para aproximar · setas ou W A S D para percorrer o campo · clique num equipamento para saber o que ele é
Dentro da cena, o botão ▶ Modo Filme roda três minutos narrados que percorrem o projeto inteiro, do terreno ao alerta no celular. Tem som.

Precisa de um navegador com WebGL 2 — Chrome, Edge, Firefox e Safari atuais, no computador ou no celular. Em tela cheia, Esc volta para a página.

Abrir em tela cheia
Como funciona

Do chão ao
celular.

Sem caderneta, sem visita ao campo para anotar número: é o solo que dá notícia.

Passo 01

O solo mede sozinho

Os seis sensores da área leem o solo o dia inteiro, sem ninguém por perto.

Passo 02

A estação recolhe

Fica no ponto mais alto da área, gera a própria energia por painel solar e não depende de energia elétrica no meio da lavoura.

Passo 03

A antena manda para fora

Bem acima do cafezal, ela entrega os dados mesmo a quilômetros de distância e sem sinal de celular na lavoura.

Passo 04

A Caixa Principal entrega

Na parte alta do terreno, junto da sede, reúne o que as estações mandam e entrega no aplicativo.

Cada área tem o seu caminho

Cada estação fala com a Caixa Principal pelo próprio caminho. Se uma parar, as outras seguem entregando.

A estação meteorológica antecipa

Ela acompanha chuva, vento, temperatura e umidade do ar. Molhar um solo que vai encharcar sozinho em seis horas é perder duas vezes.

Como o sistema cresce

Uma área
já é um sistema.

O hectare é a unidade. Somar áreas é somar blocos iguais — não é refazer o projeto a cada área nova.

O bloco que se repete

Uma área de 100 × 100 m, uma estação autônoma e seis sensores a 30 cm. Funciona a partir de uma área.

Uma Caixa Principal, uma ou várias estações

Cada área nova entra com a sua estação e os seus sensores. A mesma Caixa Principal recebe as leituras de uma ou de várias estações e entrega tudo no aplicativo.

O teto ainda não está definido

Quantas estações uma Caixa Principal atende é uma questão em aberto: será definida nos testes da Fase 1. Enquanto o teste não disser, não há número — e não vamos escrever um aqui.

O que cada sensor mede

Seis leituras,
a 30 centímetros.

É a profundidade onde a raiz do café trabalha — e é lá que cada sensor fica.

Umidade do solo

Quanta água está realmente disponível para a planta naquele ponto.

Temperatura do solo

O calor que a raiz enfrenta, que muda o ritmo da planta.

Condutividade elétrica (EC)

Quanto sal e adubo há dissolvido no solo.

pH

A acidez do solo, que decide o que a planta consegue absorver do que está ali.

Salinidade

O sal acumulado. Em excesso, a planta passa a ter dificuldade de puxar água.

Sólidos dissolvidos totais (TDS)

O total dissolvido na água do solo. Junto com o EC, mostra quanto do adubo aplicado ainda está no lugar.

Esta parte já está resolvida. A leitura do solo está validada em menor escala: os sensores entregam dado confiável. O que a Fase 1 constrói é levar essa leitura à escala do hectare e transformá-la em produto.

Como as zonas são definidas

Por que seis —
e por que ali.

Cada hectare é estudado antes de instalar. O relevo divide a lavoura em seis zonas parecidas entre si, e cada zona recebe um sensor.

Pelo terço da encosta

Alto, meio e sopé não se comportam do mesmo jeito. O terço em que a zona está é a primeira coisa que a separa das outras.

Por onde a água anda

Onde o terreno converge, a água se junta; onde ele se abre, ela se espalha. Duas partes no mesmo terço podem ser zonas diferentes por causa disso.

Um sensor por zona

Ele é plantado no ponto de atenção da zona e responde por ela inteira: o que ele mede vale para tudo que se comporta como aquele ponto.

É daí que vêm os seis sensores por hectare — um por zona. Não é uma grade desenhada no mapa: é o relevo que diz onde cada um entra.

O roteiro do projeto

Três fases,
o mesmo ciclo.

As três seguem o mesmo padrão de execução. Cada fase é um ciclo completo:

Desenvolver o produto→ Testar→ Validar→ Pronto para industrializar

Não é um ciclo de instalar lavoura: é um ciclo de criar produto. E o produto de cada fase já nasce preparado para receber a fase seguinte — o que for instalado na Fase 1 não é descartado quando a Fase 2 chegar, é atualizado.

Nenhuma das três foi executada. A Fase 1 é o ponto de partida que o investimento destrava.

Fase 1 Pronta para começar

Enxergar o solo

A fase entrega o produto de monitoramento criado de fato: desenvolvido, testado, validado e pronto para industrializar. Inclui definir em teste o que hoje está em aberto — entre outras coisas, quantas estações uma Caixa Principal atende.

O que já está resolvido antes de começar é a leitura do solo, validada em menor escala: os sensores já entregam dado confiável.

Levar a leitura à escala do hectare e transformá-la em produto.
As estações autônomas e a transmissão até a Caixa Principal.
O mapeamento das zonas pelo relevo, hectare a hectare.
O aviso chegando no celular, apontando a zona.

E já nasce pensada para atualização: o equipamento da Fase 1 é projetado para receber as Fases 2 e 3 quando elas forem liberadas. As outras duas não têm em que se apoiar sem ela — é a Fase 1 que sustenta o que vem depois.

Fase 2 Depende da Fase 1

Irrigação e fertirrigação

Sair do aviso e agir: acionar a correção sozinho, por zona, a partir do que os sensores estão medindo. Molhar e adubar só a parte que precisa, na medida que o dado pede — em vez de tratar o hectare inteiro igual, no escuro.

Mesmo ciclo: desenvolver, testar, validar, preparar a industrialização.

Fase 3 Depende da Fase 1

Drenagem

Tirar a água de onde ela para. A maquete já mostra a área de acúmulo e a bacia dentro do talhão; drenar é o passo seguinte.

Mesmo ciclo: desenvolver, testar, validar, preparar a industrialização.

Próximo passo

Começar pela
Fase 1.

O TeraHecta tem um irmão mais velho, o TeraSmart — automação para quem cultiva em área concentrada. É outro projeto da casa; a página dele nesta área entra em breve.