/* =========================================================================
   Camada de vitrine
   -------------------------------------------------------------------------
   Aplicada por cima de `../assets/app.css` nas telas da propaganda.

   REGRA DESTA BUILD: nada é clicável, tudo é rolável.

   A garantia principal não é CSS — é a marcação: estas telas não têm um
   único `<a href>` nem `<button>`. Links viram `<span>`. O que está aqui é
   só o acabamento visual disso (cursor, seleção, foco), porque estilo se
   burla e marcação não.
   ========================================================================= */

body {
	cursor: default;
	-webkit-user-select: none;
	-moz-user-select: none;
	user-select: none;
}

/* Nada aqui recebe foco de teclado nem realce de toque. */
:focus { outline: none; }

/*
 * Sem a ilha dinâmica, o conteúdo encostaria na borda do vidro. Este respiro
 * é o que qualquer app reserva no topo — e é o que faz a tela parecer
 * assentada no aparelho em vez de colada nele.
 */
.dark-header,
.gh-header { padding-top: 30px !important; }

.top-bar { padding-top: 22px; }

/* Rolagem sem barra visível: dentro do aparelho ela não existe. */
html { scrollbar-width: none; }
::-webkit-scrollbar { display: none; }

/*
 * Elementos que só existiam para dar destino a um toque saem de cena — uma
 * seta de "entrar" apontando para lugar nenhum é pior do que seta nenhuma.
 */
.no-touch { display: none !important; }

/*
 * Campos preenchidos viram `<span>` — o valor está lá para ser lido, não
 * digitado. Como `.input` foi desenhado para um `<input>` de altura fixa, o
 * texto precisa ser centralizado na mão.
 */
span.input {
	display: flex;
	align-items: center;
	color: var(--ink);
	font-size: 16px;
}
